TV GOITACÁ
COM VOCÊ
EM TODO LUGAR
Informação, entretenimento, música, cultura e programação 24 horas para Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense e região.
VER PROGRAMAÇÃO
TV GOITACÁ 24 HORAS
TRANSMISSÃO 24H
ÚLTIMOS PROGRAMAS
SAÚDE CAST
SEGUNDA-FEIRA
SINTONIA
TERÇA-FEIRA
PONTO DE PERGUNTA
QUARTA-FEIRA
DESTAQUES SHORTS
TV GOITACÁ EM TODO LUGAR
ONDE ASSISTIR A TV GOITACÁ
Assista à programação da TV Goitacá 24 horas pela TV, aplicativos e operadoras parceiras.
VER TV
CAMPOS DOS GOYTACAZES • CANAL 10
PONTAL NET
ARRAIAL DO CABO • CANAL 22.01
ROKU TV
FIRE TV
NETSYSTEM
INFOLINE PLAY
WORK PLAY
CLUBE CANAIS
REDE ITV
TV Goitacá
TV Goitacá • Campos dos Goytacazes • Norte Fluminense
Com você em todo lugar
© 2026 TV GOITACÁ

Ompetro e Governo do Rio discutem estratégia contra partilha dos royalties

Publicada em: 07/04/2026 23:29 -

A proposta será julgada pelo Supremo Tribunal Federal no próximo dia 6 de maio

A Diretoria Executiva da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro) realiza nesta terça-feira (7), às 16h, uma reunião no Rio de Janeiro com o governador em exercício, Ricardo Couto de Castro. O encontro tem como objetivo definir estratégias de defesa do Governo do Estado e dos municípios produtores diante da possível redistribuição dos royalties do petróleo, tema que será analisado pelo STF.

A discussão gira em torno da Lei 12.734/2012, conhecida como Lei da Partilha dos Royalties, que prevê a divisão das compensações financeiras da produção de petróleo e gás natural entre todos os municípios do país, inclusive os que não são produtores.

A norma foi suspensa após uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4.917), movida pelo Estado do Rio de Janeiro. À época, a ministra Cármen Lúcia concedeu liminar suspendendo os efeitos da lei. A Ompetro participa do processo como amicus curiae.

De acordo com o secretário executivo da entidade, Marcelo Neves, quatro cenários são possíveis no julgamento:

  • Inconstitucionalidade da lei: considerado o cenário mais favorável aos estados produtores, garantiria a manutenção integral dos royalties como são pagos atualmente.
  • Constitucionalidade com efeito retroativo: hipótese mais crítica, que obrigaria estados e municípios a devolver valores recebidos desde 2012, podendo gerar grave impacto financeiro.
  • Mudança a partir de 2013: afetaria apenas contratos firmados após esse período, com impacto estimado em cerca de 30% das receitas, principalmente no pré-sal.
  • Validade a partir de 2026: aplicaria a nova regra apenas para pagamentos futuros, sem cobrança retroativa.

Segundo Marcelo Neves, a reunião busca alinhar uma atuação conjunta entre os municípios produtores.

“Estamos promovendo uma união geral dos municípios para definir uma estratégia de defesa e evitar prejuízos significativos”, afirmou.

Compartilhe:
COMENTÁRIOS
Comentário enviado com sucesso!
Carregando...